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Estou criando um Guia Semanal do Tecnoblog (vem!) (mais 5 notícias)

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Estou criando um Guia Semanal do Tecnoblog (vem!)

Posted: 27 Aug 2015 03:38 PM PDT

Você que acompanha sites de tecnologia há algum tempo há de concordar comigo: o noticiário é uma bagunça! São tantos rumores, suposições e pautas “tapa buraco” que dá um bom trabalho descobrir o que realmente importa, para se manter atualizado e com opiniões bem formadas.

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Aqui no TB a gente é muito rígido sobre o que entra ou não no blog, e tem dado preferência para assuntos da casa ou mais trabalhados. Ainda assim, em uma semana muita coisa acontece. E de algumas coisas nem conseguimos falar, seja por não encaixar na linha editorial do site, ou por ser material autoral de outros veículos.

Foi pensando nisso que tive a ideia de criar um Guia Semanal do Tecnoblog. O Guia (para íntimos :P) será uma newsletter com conteúdo selecionado por mim, com sugestões da equipe do TB e dos próprios membros da lista.

Lá eu vou destacar não apenas o que de melhor publicamos aqui, mas também leituras interessantes que encontrei em outros sites, incluindo nossas fontes. Também vou sugerir documentários, livros, seriados, filmes e falar sobre o background do TB, os eventos que participamos etc.

O grande diferencial do Guia é que ele será escrito “à mão” por mim, todas as semanas. Ou seja, quem tiver sugestões de conteúdos legais para compartilhar com a lista, é só clicar em “responder” e me enviar.

Que tal? Curtiu a ideia? Se cadastra aí embaixo, então, e vamos nessa. :-)

A primeira edição deve sair na segunda-feira (30), então corre pra não perder. Estou realmente empolgado para receber as sugestões de vocês e também para compartilhar alguns dos assuntos que discutimos todas as semanas aqui no Slack do TB.

Estou criando um Guia Semanal do Tecnoblog (vem!)










Moto X Play: o Android para quem gosta de bateria

Posted: 27 Aug 2015 02:00 PM PDT

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A terceira geração do Moto X chegou. O primeiro a chegar ao país, Moto X Play, aposta na receita de sucesso do Moto Maxx, trazendo uma bateria gigante de 3.630 mAh, mas hardware mais econômico e preço inferior. Custando a partir de R$ 1.399, o novo smartphone da Motorola promete, além de entregar boa duração de bateria, uma câmera superior e desempenho para você fazer tudo o que quiser. Será que cumpre?

É sério que a Motorola finalmente conseguiu lançar um smartphone com câmera acima da média? Como ficou o acabamento, agora que a empresa construiu um corpo de plástico? E o desempenho? Esse Snapdragon 615 rende? Usei o Moto X Play como meu aparelho principal na última semana e nos próximos parágrafos você confere todas as respostas.

Design e tela

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Em muitos pontos, o acabamento do Moto X Play é um retrocesso em relação à geração passada do Moto X. Os materiais "de verdade" que a Motorola tinha orgulho de usar no topo de linha anterior, como as bordas de alumínio e as traseiras de madeira ou couro legítimo, ficaram restritos ao modelo mais caro, o Moto X Style, que desembarcará no Brasil em setembro.

No Moto X Play, enxergo um Moto G turbinado. O aparelho é todo feito de plástico pintado e não impressiona pela precisão no acabamento. A traseira é fabricada com plástico macio ao toque e possui uma textura interessante, mas que não parece ter colaborado com o grip; por duas ou três vezes, o aparelho quase escorregou das minhas mãos.

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É a primeira vez que a Motorola coloca uma tela grande, de 5,5 polegadas, na linha Moto. A companhia fez um bom trabalho em reduzir as bordas: o Moto X Play é quase tão estreito quanto o LG G3, e a ergonomia é decente para um smartphone desse porte. Dá para se aventurar a usar o aparelho com uma mão; no entanto, devido à falta de aderência e recursos de software para facilitar o manuseio (que Samsung, LG, Apple e Asus costumam incluir nos phablets), você irá preferir usar as duas mãos.

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Assim como aconteceu no Moto G de 3ª geração, será possível personalizar as cores do Moto X Play pelo Moto Maker — e já existem versões com capinhas coloridas à venda no Brasil. O apelo estético é o único motivo pelo qual a tampa traseira é removível, já que a bateria é selada e o acesso aos slots Nano-SIM e microSD é realizado por meio de uma bandeja localizada no topo do aparelho.

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Na tela, a Motorola acertou em cheio. Embora não haja o preto real do Moto X de 2ª geração, o painel LCD de 1920×1080 pixels não decepciona em nenhum momento: brilho e contraste agradam, e a saturação está muito mais equilibrada que nos AMOLEDs que a empresa costumava usar. Nas configurações, há um Modo Cor para agradar gregos e troianos: por padrão, a tela mostra cores mais vivas (Intensidade), mas os que preferem tons mais naturais e realistas podem ativar a opção Normal.

O único ponto negativo de um painel LCD num smartphone da Motorola é que o recurso Moto Tela, que exibe o relógio e prévias de notificações com o aparelho em standby, perde um pouco o sentido. Diferente do AMOLED, no qual apenas os pixels necessários são acesos para mostrar as informações, não há economia de energia no LCD. Como o Android já exibe nativamente notificações na tela de bloqueio, essa função perdeu a razão de existir — e você pode desativá-lo nas configurações.

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Software e multimídia

Pegue o Android puro, desenvolvido pelo Google. Agora, adicione um gesto para abrir a câmera rapidamente, um assistente pessoal que escuta com o aparelho em standby, um aplicativo para integrar outros produtos da Motorola e um atalho exigido pela Lei do Bem para cortar os impostos. Esse é, basicamente, o Android 5.1.1 Lollipop que roda no Moto X Play.

Não é uma abordagem que agrada todo mundo (tem gente que prefere os recursos adicionais oferecidos por uma TouchWiz ou ZenUI da vida), mas é o modelo que mais me satisfaz — se eu quiser alguma função não disponível nativamente, posso procurá-la no Google Play. Com um sistema operacional que só traz o essencial, é mais fácil adaptar novas versões do Android e manter uma certa consistência no desempenho e na estabilidade do smartphone.

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Em relação aos aparelhos anteriores da Motorola, praticamente nada mudou no software.

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O Moto Voz é o assistente pessoal que pode ser ativado mesmo com o aparelho em standby e tem integração com determinados aplicativos que, até pouco tempo, o Google Now não tinha. Você pode publicar um texto no Facebook, enviar uma mensagem pelo WhatsApp ou tocar o clipe de alguma banda no YouTube — nem sempre o reconhecimento de voz acerta, especialmente com nomes próprios, mas na maioria das vezes funciona bem.

Os sensores embutidos no Moto X Play também permitem que o smartphone faça determinadas ações com o Assist. Se você estiver dirigindo, o aparelho pode automaticamente começar a reproduzir música no som do carro. Numa reunião, o smartphone fica em silêncio e pode enviar um SMS por conta própria para quem ligou e não foi atendido, por exemplo.

Também é possível abrir rapidamente o aplicativo da câmera, mesmo com o aparelho em standby, segurando o Moto X Play e girando o pulso duas vezes. Estranhamente, o gesto de ligar a lanterna (agitando o aparelho), presente no Moto G de 3ª geração, ficou de fora no modelo mais caro. Para acender o LED traseiro quando estiver escuro, só tocando no botão na central de notificações.

A Motorola manteve os aplicativos de mídia padrões do Google, incluindo Play Música e Play Vídeo, que suportam os codecs e formatos mais comuns, incluindo FLAC. O som, embora o design dê a entender o contrário, não é estéreo; o áudio é emitido apenas pela grade inferior do Moto X Play. Poderia ser melhor, mas ao menos a qualidade é decente, a saída é bem posicionada e não há distorções mesmo em volumes altos.

Câmera

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Durante a apresentação da nova linha de aparelhos da Motorola, a câmera foi o componente que mais teve destaque, sem dúvida. Há tempos conhecida por fazer fotos piores que os concorrentes, a empresa investiu pesado dessa vez: o sensor do Moto X Play é um Sony IMX230, com resolução de 21 megapixels e 1/2,3 polegada, o mesmo que acompanha o Moto X Style.

Câmera boa num smartphone da Motorola? Sim, é possível.

A evolução na qualidade das fotos é notável. O Moto X Play consegue entregar imagens com boa definição e pouco ruído. Diferente do Zenfone 2, as cores são equilibradas, sem estourar nos olhos. Além disso, o foco automático está rápido e preciso, o que é importante num aplicativo de câmera simples como o da Motorola, que nas configurações padrão nem sequer permite foco manual por toque.

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Aliás, o software de câmera da Motorola também é controverso: enquanto outras fabricantes investem em modos específicos para melhorar a resolução de objetos detalhados, embelezar rostos ou deixar o usuário configurar velocidade do obturador e ISO, a norte-americana prefere seguir pelo caminho da simplicidade — o máximo que você pode fazer é ativar uma opção para controlar foco e exposição. Funciona bem, é isso que importa.

Em ambientes noturnos e internos com iluminação prejudicada, as imagens também são boas, embora inferiores ao que vemos nos topos de linha. A definição continua boa e o ruído fica sob controle. Há um modo noturno que pode ajudar nessas situações, desde que você aceite uma resolução menor (a foto fica com 2560×1440 pixels, aproximadamente 3,7 MP) e um nível de ruído mais elevado. Mas a definição melhora visivelmente, como você pode comparar abaixo. Cabe a você escolher.

Modo Noturno desativado: definição razoável, pouco ruído

Modo Noturno desativado: definição razoável, pouco ruído

Modo Noturno ativado: mais ruído, mas definição superior

Modo Noturno ativado: mais ruído, mas definição superior

A câmera do Moto X Play não é uma revolução entre os smartphones, mas é inegavelmente uma revolução dentro da linha Moto. Dentro de sua categoria, o Moto X Play entrega provavelmente a melhor câmera do mercado. Antes tarde do que nunca, Motorola!

Hardware e bateria

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O hardware do Moto X Play está dentro do que é oferecido pelos concorrentes atuais, como Xperia M4 Aqua e Galaxy J7. Por dentro, o smartphone tem 2 GB de RAM e processador Snapdragon 615, um chip octa-core formado por quatro núcleos Cortex-A53 de 1,7 GHz e mais quatro Cortex-A53 de 1,0 GHz, além de GPU Adreno 405. A Motorola leva uma pequena vantagem na CPU: normalmente, os núcleos de alto desempenho dos chips dos concorrentes operam a 1,5 GHz.

Snapdragon 615 é competitivo na CPU, mas desempenho gráfico é fraco para um smartphone desse porte.

É um conjunto mediano, que também oferece performance mediana, suficiente para atender a maior parte dos usuários. A questão aqui é que a Motorola sofre uma concorrência pesada da Asus, que colocou um Atom Z3580 no Zenfone 2, vendido na mesma faixa de preço. O chip da Intel é significativamente superior ao Snapdragon 615, especialmente no desempenho gráfico. Enquanto a Adreno 405 é uma GPU de entrada/intermediária, a PowerVR G6430 vem do iPhone 5s e rende muito bem.

Para ilustrar melhor o que acabei de falar, vale a pena mostrar um comparativo de benchmarks sintéticos entre os chips. Embora o Atom Z3580 não seja muito superior a um Snapdragon 615 na CPU (Geekbench), a vantagem na GPU (3DMark) é considerável.

Essa deficiência nos gráficos fica perceptível ao rodar jogos mais pesados, como Dead Trigger 2. Na qualidade alta, a Adreno 405 visivelmente sofre para manter uma taxa de frames aceitável e há engasgos em algumas cenas (é necessário manter os gráficos no baixo ou médio), enquanto a PowerVR G6430 não apresenta nenhum problema. Também senti pequenas travadinhas em animações e rolagens dentro de aplicativos, como no Facebook e Twitter.

E, claro, a RAM mais limitada, de 2 GB, significa que o desempenho multitarefa é inferior e os aplicativos em plano de fundo precisam ser recarregados com mais frequência. Não chega a ser irritante como nos smartphones com 1 GB de RAM, mas eu notei facilmente a diferença em relação aos 4 GB de RAM dos taiwaneses, que foram mais ousados no hardware.

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A Motorola acertou num quesito que as outras fabricantes (o que inclui a própria Asus) ainda pecam: a bateria. O Moto X Play é concebido desde o início para ser um dispositivo com longa autonomia, e a bateria com a exagerada capacidade de 3.630 mAh não deixa dúvidas.

Comigo, a bateria do Moto X Play durou um dia e meio — ou seja, continuo precisando recarregá-la todos os dias à noite, mas tenho certeza que não ficarei sem carga antes do término do dia. O fato da Motorola incluir um carregador rápido na caixa também ajuda bastante: aqui, foi possível encher totalmente a bateria avantajada em duas horas.

No dia de teste, tirei o smartphone da tomada às 14 horas. Nesse período, ouvi 3h de músicas e podcasts por streaming no 4G e naveguei na internet (entre redes sociais, emails e páginas da web) pela rede móvel por 2h30min. A tela ficou ligada por exatamente 2h44min, com brilho no automático. No final do dia seguinte, às 23 horas (ou seja, 33 horas depois), a bateria chegou a 15%.

Portanto, mesmo com uso intenso de dados, o maior vilão das baterias, o Moto X Play consegue dar conta do recado. A autonomia é menos impressionante do que nas peças de marketing da Motorola, mas, a não ser que você jogue muito no celular ou faça um uso muito específico, é pouquíssimo provável que tenha problemas com a duração da bateria.

Notas relevantes

  • O Moto X Play perdeu os sensores infravermelho do Moto X de 2ª geração, que acionavam o Moto Tela. Mais um motivo pelo qual o recurso perdeu a razão de existir.
  • Tecnicamente falando, o Moto X Play não é um sucessor legítimo do Moto X de 2ª geração, até por causa do hardware inferior. O verdadeiro “Moto X de 3ª geração” é o Moto X Style, que traz hardware atualizado, o mesmo acabamento caprichado e as vantagens na bateria e na câmera do Moto X Play. Mas ele será bem mais caro.
  • Alguns colegas que possuem Moto Maxx reclamaram da autonomia depois de meses de uso, e há suspeitas sobre a longevidade da bateria com o carregamento rápido. Só seria possível descobrir se existe uma possível degradação na bateria do Moto X Play com um teste de longa duração.
  • O Snapdragon 615 chama a atenção por ser octa-core (o que deve ficar bem bonito na vitrine da loja), mas continuo defendendo que não deveria estar em um aparelho dessa faixa de preço. A Adreno 405 é uma GPU fraca para a categoria e o Cortex-A53 é um núcleo econômico de CPU. Isso é processador para Moto G, não Moto X.
  • Sim, está faltando uma foto de teste específica (parabéns, se você notou!). O review será atualizado nas próximas horas.

Conclusão

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A Motorola queria entregar um smartphone com boa duração de bateria e conseguiu. O Moto X Play aguenta um dia inteiro de uso intenso sem reclamar e se mostra uma boa opção de compra para usuários que ficam conectados o tempo todo e não querem depender de um carregador (mesmo que ele seja rápido). O hardware é suficiente para rodar de maneira satisfatória tudo o que você quiser, e a Motorola melhorou bastante a qualidade da câmera.

Mas vamos pensar um pouco. Embora o Moto X Play não tenha um ponto negativo muito grave, ele não tem a mesma competitividade que vimos no Moto X de 2ª geração na época do lançamento, que continua sendo vendido pelos mesmos R$ 1.399, ou bem menos em promoções do varejo. Pelo mesmo valor, eu não acho tão interessante se abster de um design mais refinado e um hardware muito superior em troca de uma bateria maior e uma câmera melhor, mas vai de cada um pesar o que é mais importante.

Fato é que a Motorola (e não apenas ela), na faixa dos R$ 1.000 a R$ 1.500, está sofrendo uma forte concorrência da Asus, que entrega um conjunto muito interessante no Zenfone 2. Por R$ 1.299 (16 GB) ou R$ 1.499 (32 GB), os taiwaneses oferecem um aparelho com performance superior em todos os pontos — e os 4 GB de RAM certamente farão diferença na longevidade do dispositivo. Embora o Zenfone 2 também tenha seus pontos negativos, não há nada que desabone o aparelho da Asus.

A briga da nova geração de aparelhos intermediários-quase-tops-mas-com-preço-decente, portanto, fica entre Moto X Play e Zenfone 2. O que você prefere? Desempenho? Vá de Zenfone 2. Câmera e bateria? A Motorola é a melhor opção.

Especificações técnicas

  • Bateria: 3.630 mAh;
  • Câmera: 21 megapixels (traseira) e 5 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, GLONASS, Bluetooth 4.0, USB 2.0;
  • Dimensões: 148 x 75 x 10,9 mm;
  • GPU: Adreno 405;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 128 GB;
  • Memória interna: 16 GB ou 32 GB;
  • Memória RAM: 2 GB;
  • Peso: 169 gramas;
  • Plataforma: Android 5.1.1 (Lollipop);
  • Processador: octa-core Snapdragon 615 de 1,7 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, bússola;
  • Tela: LCD de 5,5 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels e proteção Gorilla Glass 3.

Moto X Play: o Android para quem gosta de bateria










Chega de quadrados: Instagram libera fotos e vídeos em retrato e paisagem

Posted: 27 Aug 2015 11:29 AM PDT

Provavelmente já aconteceu de você tirar uma foto muito legal com um monte de gente, mas não cabia todo mundo para postá-la no Instagram. Esse tipo de situação acabou: a rede social anunciou o suporte a fotos e vídeos nos formatos retrato e paisagem.

No comunicado, o Instagram justifica que uma em cada cinco fotos e vídeos postados pelos usuários não correspondia ao formato quadrado, e isso acabava cortando pessoas em fotos de grupo ou apertando demais o assunto do vídeo. Algumas pessoas até driblavam a limitação ao colocar a foto completa dentro de uma imagem quadrada, mas o resultado não era dos melhores.

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Ao selecionar uma foto ou vídeo para publicação, será possível escolher se o enquadramento da foto deverá permanecer no formato original ou no quadrado convencional. Para manter a estética, as fotos aparecerão quadradas no mosaico do perfil – o usuário continuará vendo a foto no formato original após a seleção.

Outra novidade é que os filtros para vídeos passam a ser os mesmos já existentes para fotos. Também será possível realizar ajuste de intensidade nos filtros em vídeos, algo que não existia até então.

Para ter os novos recursos, é necessário ter o Instagram 7.5 para Android e iOS. Apesar de ter tal versão instalada no meu smartphone, o recurso ainda não foi liberado – ele chegará por meio de uma atualização silenciosa.

Chega de quadrados: Instagram libera fotos e vídeos em retrato e paisagem










Windows 10 envia relatório de navegação das crianças para os pais (e isso pode ser um problema)

Posted: 27 Aug 2015 11:09 AM PDT

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Depois dos sites de torrent se revoltarem com os termos de uso do Windows 10, que seriam invasivos demais, várias pessoas estão reclamando do recurso de monitorar a atividade das crianças no computador. Uma vez ativa, essa funcionalidade envia relatórios semanais aos pais com informações sobre a navegação dos filhos na máquina.

Dessa forma, os pais podem saber se seus filhos estão sendo vítimas de algum golpe ou se visitaram algum tipo de conteúdo inapropriado para a idade. Na seção “Mantenha seus filhos mais seguros no computador”, nas instruções do Windows 10, a Microsoft descreve o recurso:

Quando adiciona uma conta da Microsoft de um filho à sua família, você recebe e-mails regulares com relatórios que resumem o tempo que ele ficou no computador, os sites que visitou, os jogos e aplicativos usados e os termos que ele procurou em mecanismos de pesquisa como Bing, Google ou Yahoo! Search.

Ou seja, com uma conta familiar do Windows 10, é possível saber cada clique que o seu filho dá no computador, por quanto tempo ele faz isso e o que ele pesquisa nos principais sites. Segundo o Business Insider, o recurso vem ativo por padrão, então muitos podem ser pegos de surpresa com todo o histórico do seu filho na sua caixa de entrada.

Kirk, um leitor do Boing Boing contou ao site que, quando o computador do seu filho de 14 anos com uma conta familiar foi atualizado do Windows 8 para o Windows 10, ele passou a receber “um e-mail assustador da Microsoft intitulado ‘Relatório semanal de atividade para [meu filho]’, incluindo quais sites ele visitou, quantas horas por dia ele usou [o computador] e quantos minutos ele passou em seus apps favoritos”. Ele ainda afirmou que não deseja espionar o que o filho dele faz no computador e contou já ter desativado o recurso.

Outros serviços do Windows 10 coletam dados de pesquisa (ainda que local) por padrão.

Outros serviços do Windows 10 coletam dados de pesquisa (ainda que local) por padrão.

Apesar de, por um lado, ser bom monitorar se o seu filho não está se envolvendo com estranhos na internet, há uma linha bem tênue entre a segurança e a privacidade da criança — especialmente nos casos em que há conflitos dentro de casa e o computador, muitas vezes, é o refúgio em que muitos se sentem mais seguros. Receber um relatório com o que a criança faz nesses momentos é um tanto quanto invasivo.

O caso se agrava porque ainda há o problema da transparência: muitos pais podem não contar para os jovens que estão espionando-os e, como o aviso é bem discreto, a ferramenta pode ser fruto de graves conflitos. Em alguns casos, a internet, para muitas crianças homossexuais, pode ser fonte de pesquisa para aprender mais sobre si mesma e assim descobrir mais sobre um assunto que normalmente não é discutido em casa.

Sites como o britânico PinkNews apontam que, em vista disso, muitas crianças podem ser descobertas pelos pais apenas com um e-mail que pode mostrar que elas visitaram sites de suporte ao público LGBT, o que coloca-as em um possível risco. Também foi apurado pelo site britânico que limpar seu histórico, dados de navegação ou abrir esses sites em aba anônima não resolve nada: as informações ainda são coletadas pela Microsoft e enviadas por e-mail.

Essa reunião agressiva de dados também chega a ser, de certa forma, suspeita. Ao desabilitar o recurso, a coleta de informações é realmente interrompida ou o só o e-mail para de ser enviado aos pais? Visando todos os outros problemas de privacidade do Windows 10, como o envio de dados para a Microsoft mesmo que você desabilite essa opção, essa é uma questão preocupante.

Windows 10 envia relatório de navegação das crianças para os pais (e isso pode ser um problema)










Peixes-robôs microscópicos que “navegam” pelo corpo são uma ideia para tratar doenças

Posted: 27 Aug 2015 10:55 AM PDT

Você já ouviu falar de robôs microscópicos que transportam drogas pelo corpo? O assunto vem sendo estudado há tempos para dar forma a tratamentos mais eficazes contra determinadas doenças. O conceito é muito complexo, mas pesquisadores da Universidade da Califórnia parecem ter encontrado uma solução para viabilizar a ideia: peixes-robôs microscópicos feitos em impressora 3D.

Peixes-robôs microscópicos

O conceito pode ser explorado, por exemplo, para levar medicamentos diretamente a um órgão enfermo ou para eliminar determinadas toxinas do organismo. Os tais peixes robóticos devem, portanto, “nadar” pela corrente sanguínea. Essa “navegação” só é possível se os robôs forem mesmo muito pequenos, obviamente. Não por acaso, a espessura dos peixes-robôs não é maior que a de um fio de cabelo.

Isso deixa claro que não é qualquer impressora 3D que pode ser usada para construir os robozinhos. Na verdade, os pesquisadores tiveram que desenvolver uma nova técnica de impressão que recebeu o nome de μCOP. Trata-se de uma tecnologia óptica de alta resolução capaz de construir em questão de segundos centenas de robôs microscópicos, neste caso, com 120 mícrons de comprimento por 30 mícrons de largura.

Por meio de um programa de CAD, os pesquisadores podem desenvolver vários formatos para os robôs, mas, para apresentar a ideia, eles se inspiraram em peixes.

Peixes-robôs microscópicos feitos em impressora 3D

Para se movimentar, cada unidade tem dois compartimentos. O primeiro, na região que seria a cabeça do peixe, contém nanopartículas de óxido de ferro. O segundo, na parte da cauda, transporta nanopartículas de platina.

As partículas na cabeça servem para orientação: o robô microscópico é guiado por meio de magnetismo até o ponto de destino. Já as partículas na cauda atuam na locomoção: em contato com uma solução contendo peróxido de hidrogênio, as partículas de óxido de ferro sofrem uma reação que faz a unidade se impulsionar para frente.

Peixes-robôs microscópicos

Os pesquisadores realizaram uma prova de conceito com o objetivo de verificar se a ideia funcionaria em um procedimento de desintoxicação. Peixes-robôs foram revestidos com nanopartículas de polidiacetileno (uma substância com ação neutralizadora) e lançados em uma solução cheia de toxinas.

Cada peixe-robô assumiu um aspecto fluorescente e com tom intenso de vermelho como consequência da reação das nanopartículas sobre as moléculas de toxinas. Isso é um sinal de que a invenção pode mesmo ser usada para desintoxicação ou até para confirmar a contaminação do organismo por determinada substância.

É claro que, para cada tipo de procedimento, é necessário realizar testes à exaustão. A reação no organismo humano pode ser totalmente diferente daquilo que os resultados obtidos nos experimentos em laboratório apontam. É por isso que os pesquisadores ainda não estimam quando os robôs microscópicos poderão ser efetivamente usados em tratamentos.

Por outro lado, a quantidade de aplicações possíveis serve de estímulo para a continuidade das pesquisas. Se robôs diminutos conseguirem chegar a um ponto de determinado órgão para atacar um tumor, por exemplo, a quimioterapia que a pessoa terá que enfrentar como parte do tratamento poderá, em tese, ser menos agressiva.

Jinxing Li, um dos autores do estudo, vislumbra até a ideia de robôs microscópicos serem usados para determinadas cirurgias. Com eles, o procedimento seria mais preciso e menos invasivo, diminuindo as chances de complicações.

Com informações: Wired

Peixes-robôs microscópicos que “navegam” pelo corpo são uma ideia para tratar doenças










Galaxy S6 Edge+ chega ao Brasil por R$ 3.999

Posted: 27 Aug 2015 07:35 AM PDT

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A Samsung apresentou nesta quinta-feira (27) seu novo smartphone de tela grande no Brasil, o Galaxy S6 Edge+, uma variante com display maior, hardware mais poderoso e bateria maior do Galaxy S6 Edge, que se destacou pela tela curvada nas duas laterais. Como esperado, o aparelho será caríssimo no Brasil.

Internamente, ele é bastante parecido com o Galaxy Note 5. Eu já dei uma olhada de perto nos dois aparelhos quando foram apresentados pela primeira vez, em Nova York, há duas semanas (aqui estão as minhas primeiras impressões). Ambos têm processador octa-core Exynos 7420, 4 GB de RAM, bateria de 3.000 mAh, 32 GB ou 64 GB de memória interna e câmeras de 16 MP (traseira) e 5 MP (frontal).

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A diferença entre os aparelhos fica por conta da caneta S Pen, disponível apenas no Galaxy Note 5, que ganhou mais truques de software (e um problema de design que causou polêmica recentemente), e da tela curvada nas laterais, uma característica específica da linha Edge. Os displays Super AMOLED têm 5,7 polegadas e resolução de 2560×1440 pixels.

No Brasil, o Galaxy S6 Edge+ será vendido por R$ 3.999 na versão de 32 GB. Ele será comercializado no país a partir do dia 4 de setembro, nas cores preto e dourado. A Samsung ainda estuda a chegada do modelo com 64 GB de armazenamento. Por enquanto, o Galaxy Note 5 não tem previsão de lançamento em território nacional.

Já estamos com um Galaxy S6 Edge+ em mãos e o review sai na próxima semana. O que vocês querem saber sobre ele?

Galaxy S6 Edge+ chega ao Brasil por R$ 3.999










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